Tanto o filme quanto o documentário Ford x Ferrari trazem uma histórica disputa das pistas de corrida, e que é também uma das maiores guerras de marketing travadas na indústria automobilística.

Na década de 60, a Ford decide que quer emocionar e despertar desejo deixando apenas de ser aquele fabricante de carros caracterizados como funcionais para as famílias americanas.

Eis que em uma apresentação de Lee Iacocca, ex-gerente de vendas e marketing – e, na época, vice-presidente e gerente geral –, Henry Ford II é convencido que, com a compra da Ferrari, a mais veloz e mais desejada fabricante de automóveis do planeta, eles terão a oportunidade de agregar a emoção da velocidade e da vitória à marca Ford. Para os italianos, seria oportuno, já que era uma forma de salvar a marca do “Cavallino Rampante” que estava prestes falir.

Só que quando o time dos executivos escalados por Henry Ford II, e o neto mais velho do fundador da marca, chegam à cidade italiana de Maranello para efetivar a compra, eis que cometem uma enorme heresia. A já negociada aquisição teria como cláusula excluir Enzo Ferrari, o todo poderoso fundador da Ferrari, do comando das pistas de corrida, a sua grande paixão.

Com a proposta da Ford em mãos, Enzo aumenta o valor Scuderia Ferrari e vende o controle para a FIAT, já que assim manteria seu papel de comandante da divisão de corridas.

Ao voltarem de mãos abanando ao quartel general da Ford, os americanos decidem iniciar uma grande disputa na qual a única motivação da Ford passa a ser vencer a Ferrari na superprestigiada prova 24 Horas de Le Mans.

Muito mais acontece a partir de agora. Mas vamos evitar “dar spoilers”, OK?

Existem 2 formas de entrar em contato com essa riquíssima história de marcas, paixão, inventividade e velocidade:

Uma delas é o documentário do Netflix:
Guerra em 24 Horas: Ford x Ferrari.

E outra é o filme, que concorreu a 4 Oscars incluindo melhor filme, e levou a estatueta de melhor edição de som e melhor montagem: Ford vs Ferrari.

Juliano B. Hennemann

Diretor-executivo

O Juliano acredita na coragem de fazer o incomum. Prova disso? Ele fundou a SPR com apenas 22 anos. E desde então tem incentivado a criatividade que diferencia a maneira de marcas se posicionarem de maneira única e especial. Hoje, ele é diretor-executivo da SPR e está à frente do relacionamento com o mercado.

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