Enquanto você assiste aos craques em campo disputando cada bola, há um outro jogo acontecendo — silencioso, estratégico e bilionário. …
Essas marcas não estão apenas “vestindo” os clubes. Estão disputando atenção, desejo e relevância global.
No Mundial de Clubes 2025, a Adidas entra com força: 11 clubes. A Puma, com 7.
E a Nike, com 6 — menos times, mas um impacto surpreendente.

Real Madrid (Espanha), Bayern de Munique (Alemanha), Juventus (Itália), SL Benfica (Portugal), Al Ahly (Egito), Flamengo (Brasil), Boca Juniors (Argentina), River Plate (Argentina), Inter Miami (Estados Unidos), Seattle Sounders (Estados Unidos), Ulsan Hyundai (Coreia do Sul).

Manchester City (Inglaterra), Borussia Dortmund (Alemanha), Al Hilal (Arábia Saudita), Palmeiras (Brasil), Monterrey (México), Mamelodi Sundowns (África do Sul), Red Bull Salzburg (Áustria)

Paris Saint-Germain (França), Chelsea (Inglaterra), Atlético de Madrid (Espanha), Inter de Milão (Itália), Urawa Red Diamonds (Japão), Al Ain (Emirados Árabes Unidos)
Porque quando olhamos para o placar dos seguidores globais, a ordem muda.
– A Adidas segue soberana com cerca de 900 milhões de seguidores.
– A Nike , com apenas 6 clubes, soma 460 milhões — graças a gigantes como PSG e Chelsea.
– Já a PUMA Group , mesmo com o Manchester City, soma 270 milhões com seus 7 times.
Esse dado revela algo fundamental:
Quantidade de clubes é uma coisa. Alcance de marca é outra.
Cada uniforme é mais que tecido. É mídia ambulante, é identidade cultural, é desejo de consumo. Camisas com design vendem. Camisas sem história… encalham.
Então da próxima vez que você assistir ao Mundial de Clubes, olhe além dos gols. Observe o que brilha no peito, o que está atrás da gola, e o que cada marca está tentando dizer… sem dizer uma palavra.
Porque no jogo do branding, o uniforme é a primeira jogada.
Se você trabalha com marcas, design ou estratégia, compartilha este post com quem ainda acha que futebol é só futebol.




