Porque cortar marketing durante uma recessão pode ser um erro fatal?
Em tempos de crise, é natural que empresas busquem cortar custos. E o marketing muitas vezes é um dos primeiros alvos.
Mas um estudo da Analytic Partners, com dados de mais de 750 bilhões de dólares investidos em mídia, mostra que essa é uma das decisões mais arriscadas que um negócio pode tomar.
Ao analisar o comportamento de marcas em 45 países ao longo de 15 anos, o relatório revelou um padrão claro: Quem investe em marketing durante crises, cresce mais.
Os números não mentem:
– Marcas que aumentaram investimento em momentos de recessão cresceram, em média, 17% mais no período pós-crise.
– Marcas que reduziram mídia perderam até 15% de receita — e levaram mais de 3 anos para recuperar o patamar anterior.
– Campanhas focadas em brand building geraram um ROI 60% maior do que campanhas voltadas só à performance de curto prazo.
A lógica por trás dos números:
Durante uma crise, o que acontece? A concorrência recua. A comunicação diminui. A atenção do consumidor permanece — mas com menos marcas competindo por ela.
Quem continua aparecendo conquista mais: mais lembrança, mais consideração, mais market share.
A marca não pode sumir quando o consumidor mais precisa de segurança. É justamente nesse momento que ela deve reforçar sua presença.
A marca que cresce na crise é a que continua aparecendo.
Ao contrário do que parece, manter ou até ampliar o investimento em marketing em tempos difíceis não é um ato de ousadia irracional — é uma decisão baseada em dados.
Marcas fortes resistem mais às turbulências. E marcas que seguem construindo sua imagem em tempos desafiadores, saem da crise maiores do que entraram.




